A igreja foi inaugurada em 1909 e guarda a imagem de Nossa Senhora de
Nazaré, padroeira do Pará. Ponto final do Círio de Nazaré, a procissão que
reúne milhões de fiéis no mês de outubro, o templo passou por muitas reformas -
em uma delas, ganhou mosaicos de pedras
nas paredes internas e dezenas de vitrais laterais.
O bairro da Cidade Velha reúne boa parte do significativo e restaurado
conjunto arquitetônico de Belém. O acervo, herança do período colonial, é
formado por sobrados e casarões com fachadas de azulejos portugueses que hoje
abrigam museus e espaços culturais. Entre as variadas coleções estão
obras-de-arte modernistas, artesanato marajoara e até mesmo peças referentes ao
Círio de Nazaré, a maior procissão católica do país. As igrejas, aliás, também
fazem parte do rico patrimônio belenense.
Forte do Presépio
A fortaleza de 1616 foi transformada em museu. Merecem destaque as
amostras das cerâmicas marajoara e tapajônica, além dos canhões originais
espalhados pelo pátio interno.
Theatro
da Paz
O dinheiro para a construção do
suntuoso teatro, inaugurado em 1878, veio dos barões da borracha, que lá
assistiram a espetáculos de companhias européias. Entre um ato e outros, os
freqüentadores circulavam pelos espaços ornamentados com ferro inglês banhado a
ouro, lustres de cristal francês e mármores italianos. A platéia dividia-se
entre os camarotes - onde ficavam os ilustres - e os bancos de madeira e
palhinha, ocupados pelos menos abonados. A melhor época para conhecer o teatro
é em agosto, quando acontece o festival de Ópera, com artistas brasileiros e
estrangeiros. Durante todo o ano, porém, há visitas guiadas de hora em hora.
Casa das Onze Janelas
A bonita construção do século 18 foi erguida para abrigar o hospital
militar. Hoje, funciona como museu, com obras de artistas modernistas e
contemporâneos como Lasar Segall, Cícero Dias e Tarsila do Amaral. No andar
térreo oferece um bar descolado com paredes de taipa.


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