Salve, ó terra de ricas
florestas,
Fecundadas ao sol do
equador !
Teu destino é viver entre
festas,
Do progresso, da paz e do
amor!
Salve, ó terra de ricas
florestas,
Fecundadas ao sol do
equador!
Estribilho
Ó Pará, quanto orgulha
ser filho,
De um colosso, tão belo,
e tão forte;
Juncaremos de flores teu
trilho,
Do Brasil, sentinela do
Norte.
E a deixar de manter esse
brilho,
Preferimos, mil vezes, a
morte!
Salve, ó terra de rios
gigantes,
D'Amazônia, princesa
louçã!
Tudo em ti são encantos
vibrantes,
Desde a indústria à
rudeza pagã,
Salve, ó terra de rios
gigantes,
D'Amazônia, princesa
louçã !
O professor
dr. Arthur Teódulo Santos Porto foi autor da letra do "Hino ao Pará".
Ele era conhecido intelectual e educador, fundador do "Colégio Progresso
Paraense", nascido em Pernambuco em 1886 e falecido em Belém-PA em 1938.
Embora atribuída a Gama Malcher, professor de canto coral daquele colégio, a
autoria da música é na realidade de Nicolino Milano, violonista, compositor e
regente brasileiro, nascido em Lorena-SP, no ano de 1876 e falecido no Rio de
Janeiro em 1931. O Maestro Gama Malcher foi o autor da adaptação e do arranjo
musical para canto coral.
SIMBOLISMO
A letra deste
Hino é um verdadeiro poema de exaltação ao Pará. Ela fala da beleza natural do
Estado, da exuberância de suas matas e flores, dos seus rios, do heroísmo do
seu povo e traz uma mensagem de otimismo
e esperança
para o futuro.
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