sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Pará Este Estado adotou meu Coraçao !!!!!!!!!!!!!!



Visitar o Pará é ir ao encontro de algo inovador, surpreendente. É preciso estar preparado para saborear experiências que marcarão a sua vida. Experiências essas que, além de mexer com todos os seus sentidos – visão, audição, olfato, tato e paladar – com certeza, mexerá também com o coração.




Sim, isso mesmo! No Pará tudo é grandioso, eloquente, encantador… Uma vez lá, prepare-se para se apaixonar. Seja pela beleza dos seus incontáveis atrativos ou pelo seu povo hospitaleiro e cativante.
Rico em atrativos naturais, o Estado não se resume ao charme da sua capital, Belém. O seu interior reserva belezas capazes de deixar qualquer um extasiado diante de tanta originalidade. Ilhas de água doce, lagos, dunas, uma fauna e uma flora exuberantes, cidades praianas próximas à floresta compõem um cenário diversificado, dividido nas regiões turísticas de Belém, Marajó, Amazônia Atlântica, Tapajós, Tocantins-Araguaia e Xingu.
Cada região oferece particularidades a exemplo dos búfalos e das cerâmicas marajoaras na ilha de Marajó; o relevo, o clima e o mar da região Amazônia Atlântica; as praias de água doce na região Tapajós; a prática da pesca de rio na Tocantins Araguaia e Xingu. Apesar de algumas diversidades, possuem muito em comum, principalmente a exuberância peculiar da natureza. Alguns lugares são tão envolventes que têm o dom de nos fazer parar no tempo.
Para chegar a cada uma dessas regiões, Belém é o ponto de partida. O ideal é durante os dias destinados à Capital, fazer uma pesquisa mais apurada nos sites oficiais (ver endereços abaixo) para escolher o destino que mais lhe agrada, uma vez que a carta de ofertas é imensa. Aos amantes do surf, vale programar a experiência na pororoca, ondas originadas do encontro do rio com o mar.
A diversidade de Marajó
A maior ilha flúviomarítima do mundo, Marajó, é banhada pelo oceano Atlântico e pelos rios Amazonas e Tocantins. Destaca-se pela beleza ímpar das suas riquezas naturais: selva amazônica, mangues, campos, rios, igarapés (como são chamados os lagos na região). Até mesmo, pântanos e sítios arqueológicos se distribuem em 12 municípios.
Uma boa pedida é hospedar-se em Soure, a considerada a “capital” da Ilha, a cerca de três horas de barco, saindo de Belém. É onde se concentram os melhores restaurantes, hospedagens e as melhores praias. Outra boa opção é Salvaterra ou as fazendas tradicionais, onde é possível obter experiências, a exemplo da lanternagem de jacarés e percorrer trilhas em lombo de búfalos.
O legado artístico e cultural da ilha é um atrativo turístico à parte. A cerâmica marajoara, caracterizada pela técnica artesanal e por retratar elementos da cultura indígena, existe há cerca de três mil anos. Ainda hoje é destaque no artesanato paraense, tornando-se conhecida nacional e internacionalmente:
Tapajós: beleza simples e selvagem
A maior de todas as regiões turísticas do Estado, Tapajós, é também a que se destaca em beleza singela e ao mesmo tempo selvagem. Abrangendo grande parte da porção ocidental do Estado é ideal para a prática do ecoturismo. Seu diferencial deve-se ao fato de abrigar o encontro de dois grandes rios da região: o Amazonas, caracterizado pela sua grandeza e cor barrenta e o Tapajós, que encanta a todos com águas azuis, num tom quase esverdeado.
Como a mistura água-óleo, os dois correm lado a lado, por quilômetros e quilômetros sem se misturar, fenômeno explicado devido ao fato de suas águas serem diferentes tanto em densidade, quanto em temperatura e velocidade.
Para conhecer de perto esse fenômeno o ideal é hospedar-se em Santarém, onde os dois rios se encontram, proporcionando um verdadeiro espetáculo natural. Outras opções são os municípios de Monte Alegre, Óbidos, Alenquer, e Oriximiná. Neles é possível descansar à beira de belas praias de rio e percorrer trilhas que levam a cachoeiras e a formações rochosas.
Amazônia Atlântica: encontro da Floresta com o mar
Banhada pelo oceano Atlântico, a costa do Pará é surpreendente. É onde a beleza da floresta se encontra com as paisagens litorâneas. O verde fechado abre suas janelas para a o sussurro da brisa do mar, originando um cenário exótico e encantador.
Viveiros de pássaros, mangues, rios e igarapés dão um diferencial à paisagem, onde a prática do ecoturismo é favorecida. Para desvendar essa região, o ideal é escolher pelo menos um dos municípios que a compõem, a exemplo de São Caetano de Odivelas, Marapamim, Curuçá, Salinópolis e Bragança. Neles é possível encontrar infraestrutura que garantirá mais conforto ao turista.
Algumas praias são simplesmente encantadoras. É o caso da Ilha de Maiandeua, ou Algodoal como também é conhecida. Em meio a uma imensidão de água, uma faixa de terra branca concentra paisagens inesquecíveis. Suas dunas enriquecem a paisagem do lugar, atraindo turistas e encantando os nativos.
Essa região turística inclui, ainda, outras praias a exemplo de Apeú-Salvador, Ajuruteua, Marieta, Salinas, Praia do Atalaia e praia do Farol Velho. Esta última, localizada ao lado oposto da Atalaia, no litoral, oferece um ambiente mais tranquilo. Também vale destacar a praia da Maria Baixinha. Sem ondas é localizada em mar aberto. O acesso de barco é feito a partir de Salinas.
Contato com o Tocantins-Araguaia
Os amantes da pesca esportiva não podem deixar de conhecer uma das regiões turísticas mais piscosas da região Norte: a Tocantins-Araguaia. Compreendida pela parte banhada pelo rio Araguaia, que faz divisa do Pará com o Estado do Tocantins, não poderia deixar de oferecer lugares ideais para a pesca.
Dentre eles, destacam-se dois lagos: o da Moita e o da Hidroelétrica de Tucuruí. Ideais para a pesca de jaraquis, tucunarés, pirarucus dentre outros, possibilitam a prática de acampamentos nos bancos de areia formado pelo Araguaia ou em locais à sua margem, sob o abrigo de árvores frondosas. Maior conforto pode ser obtido ao se hospedar em uma das cidades que fazem parte do Roteiro das Águas, a exemplo de Conceição do Araguaia e Santa Maria das Barreiras.



Aventuras no Xingu
A pesca esportiva no Pará se entende à região do Xingu, rio caudaloso de águas escuras que batiza a região. Com uma considerável porção de floresta intocada, ainda abriga tribos indígenas. A região perfeita para a prática do ecoturismo.

É em Xingu onde fica Altamira, o maior município do mundo em extensão, de grande significado histórico, uma vez que foi palco dos primeiros entendimentos entre indígenas e portugueses. É nele onde se inicia a “volta grande do Xingu”, trecho sinuoso e cheio de cachoeiras e cascatas, o que favorece passeios. Também vale visitar Vitória do Xingu, famosa pelas suas rotas de pesca.

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